Ao contrário do que o título vos pode levar a pensar, não
acabei de fazer anos. Na verdade já passaram mais de quatro meses desde o meu
aniversário. Mas então, porquê só agora um post sobre os presentes recebidos?
Bom, não há nenhuma razão profundamente lógica. São os males da procrastinação.
Curiosamente, este foi o ano em que recebi mais livros de
autores portugueses. Não poderiam faltar a Dulce Maria Cardoso e o Saramago neste
lote, é claro, pública que é a minha adoração por ambos. Urbano Tavares Rodrigues
e Rentes de Carvalho são dois autores que queria muito conhecer e foi-me feita
a vontade.
Mas nem só de literatura nacional se alimenta uma alma, sendo também necessários autores internacionais. E se forem
premiado, melhor, como é o caso de “Vida Roubada” de Adam Johnson, que recebeu
o Pulitzer no ano passado, e de “As I Lay Dying” do Pémio Nobel William Faulkner
(uma belíssima edição da Folio!). E
também na categoria internacional, uma autora que há muito andava à procura de
um lugar na minha prateleira – Flannery O’Connor.
Para terminar, num tom menos literário e mais musical, que
me dizem a uma “Mozipedia”, ou seja, um enciclopédia sobre Morrissey e os The
Smiths? A mim parece-me perfeito.
Deixo-vos com a lista completa:
“As I Lay Dying” de William Faulkner, The Folio Society
“Lôa Perdida no Paraíso” de Dulce Maria Cardoso,
Tinta-da-China
“Manual de Pintura e Caligrafia” de José Saramago, Porto
Editora
“Mozipedia” de Simon Goddard, Plume Books
“Nenhuma Vida” de Urbano Tavares Rodrigues, Dom Quixote
“O Chão dos Pardais” de Dulce Maria Cardoso, Tinta-da-China
“O Rebate” de J. Rentes de Carvalho, Quetzal
“Um Bom Homem É Difícil de Encontrar” de Flannery O’Connor,
Cavalo de Ferro
“Vida Roubada” de Adam Johnson, Saída de Emergência