Mostrar mensagens com a etiqueta Discurso Directo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Discurso Directo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Discurso Directo: Günter Grass, o lúcido


"A literatura, enquanto método de trabalho, não pode ser acelerada. 
Se se o fizer é à custa da qualidade."

sexta-feira, 27 de março de 2015

Discurso Directo: Recordar Tomas Tranströmer


“Fantastic to feel how my poem grows
while I myself shrink.
It grows, it takes my place.
It pushes me aside.
It throws me out of the nest.
The poem is ready.”

(excerto do poema “Morning Birds”)

sábado, 21 de março de 2015

Discurso Directo: Adília Lopes e a fascinação


Um pequeno recital de poesia a assinalar o Dia Mundial da Poesia que hoje se comemora. E para mim, nos últimos tempos, poesia tem sido sinónimo de Adília Lopes, uma figura que me tem fascinado pela simplicidade aparente dos seus poemas, quase ingénuos, e pela sua existência num mundo tão distante do nosso, de olhares bucólicos para um tempo que passa devagar. 

sábado, 23 de agosto de 2014

Discurso Directo: Julio Cortázar, o sentimental

Em 1994, passados 10 anos da morte de Julio Cortázar, Tristán Bauer homenageou o escritor com “Cortázar”, um documentário concebido como se fosse um livro de Cortázar, com múltiplos recortes que se sobrepõem na esperança de chegar a uma realidade última, um sentido para lá do sentido racional das coisas.

Excertos de entrevistas, gravações áudio feitas pelo próprio Cortázar, leituras de textos seus e até tangos que ajudou a criar, compõem esta pequena mas profunda viagem que humaniza alguém que de outra forma seria apenas palavras escritas em papéis reunidos em livro.






“A minha obra foi feita na solidão. Foi feita na pobreza. Foi feita sem o menor apoio editorial e quando os editores despertaram para os meus livros, os de Fuentes, os de García Márquez, os de Vargas Llosa, despertaram porque as precárias e difíceis primeiras edições haviam sido bruscamente lidas por uma grande quantidades de pessoas, que as passou de mãos em mãos. E os editores, que não são tontos e que existem para ganhar dinheiro, compreenderam perfeitamente que tinham de editar esses escritores. Eles não nos inventaram. Nós escreveos sós.” – Julio Cortázar

sábado, 9 de agosto de 2014

Discurso Directo: o cometa Matilde Campilho


“A partir do momento em que eu entro num lugar onde eu nem sequer estou no real, pode entrar quem quiser.” (no programa O Que Fica do Que Passa, do Canal Q)

sábado, 5 de abril de 2014

Discurso Directo: Duras sem filtro


“Worn Out With Desire to Write”: Documentário sobre Marguerite Duras, realizado pouco tempo depois da publicação de “O Amante” e da atribuição do Prémio Goncourt.

sábado, 15 de março de 2014

Discurso Directo: Dulce Maria Cardoso e escrever sobre os retornados


“Precisava de tempo porque não queria falar sobre a minha vida, não queria falar sobre a minha experiência. Queria propor uma reflexão sobre a perda.” (Dulce Maria Cardoso no “Ler +, Ler Melhor” da RTP2, sobre o livro “O Retorno”, editado pela Tinta da China)

sábado, 11 de janeiro de 2014

domingo, 15 de dezembro de 2013

Discurso Directo: George Bernard Shaw e a natureza bondosa de Mussolini


«He is condemned to go through life with that terrible and imposing expression, which really does a great deal of injustice to his kindly nature.» (George Bernard Shaw a respeito de Mussolini)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Recordar Doris Lessing


O momento em que um grupo de jornalistas anuncia a Doris Lessing que acabou de ganhar o Nobel da Literatura é um clássico, uma inesgotável fonte de diversão. “Oh Christ!” diz Lessing, como quem diz “Isto agora é que não vinha nada a calhar! Se eu soubesse não tinha ido às compras e tinha-me arranjado um bocadinho melhor”. A surpresa de Lessing era de resto bastante representativa do sentimento de quase todo o mundo literário.
  
Há uns meses li um artigo na New Yorker que vos recomendo vivamente, intitulado “Doris Lessing and the Perils of the Pseudonymous Novel” e que, a respeito da revelação de que J. K. Rowling tinha escrito um livro usando um pseudónimo, recorda um feito semelhante de Doris Lessing, que apresentou “The Diary of a Good Neighbour” a uma editora como sendo a primeira obra de Jane Somers. O livro foi absolutamente dilacerado por um jovem leitor contratado pela editora (o penitenciado autor do artigo, importa referir), facto que na altura gerou muita polémica. O que levanta muitas questões sobre os méritos próprios dos livros e a forma como o prestígio de um autor condiciona a crítica, mas isso será tema para aprofundar noutra altura.

Agora que Doris Lessing morreu, momento propício a reflexão, não deixa de ser importante referir que a edição das obras desta autora em Portugal tem sido errática e estranha, estando dispersas por várias editoras (Presença, Ulisseia, Europa-América, Cotovia…) e sem que"The Golden Notebook", o livro mais importante da autora, tenha sido publicado. 

Quanto à minha relação com Lessing, até ao momento comprei dois livros seus, “O Sonho Mais Doce” editado pela Presença e “Gatos e Mais Gatos” da Cotovia, mas confesso que ainda não li nenhum, pelo que não posso defender a sua qualidade literária, embora tenda a acreditar que um autor que ganhe o Nobel tem de ter qualidade (teoria que acidentes de percurso, como Herta Müller, me levam a questionar). Mas pode ser que alguma editora portuguesa se lembre entretanto que “The Golden Notebook” existe e nos surpreenda, compelindo-me a ler Doris Lessing com urgência. Será?

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Discurso Directo: O livro da vida de Rentes de Carvalho


“Eça de Queirós escreveu guiões de cinema antes de haver filme.” (Rentes de Carvalho no programa "Ler +, Ler Melhor" da RTP2)

Rentes de Carvalho foi o vencedor deste ano do Grande Prémio da Crónica da APE (Associação Portuguesa de Escritores) com o livro "Mazagran", editado pela Quetzal.

domingo, 3 de novembro de 2013

sábado, 19 de outubro de 2013

Discurso Directo: A escrita cruel de Agustina


«Quando eu escrevo é uma atitude quase científica. Eu preciso de conhecer, eu preciso de saber, eu preciso de explicar.» (Documentário  “Agustina Bessa-Luís: nasci adulta e morrerei criança”)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Discurso Directo: a empatia de Alice Munro


“I can’t remember when I didn't make up stories.” (Alice Munro no International Festival of Authors)

sábado, 5 de outubro de 2013

domingo, 22 de setembro de 2013

Discurso Directo: O povo menino de Cesariny


“Não há nenhum país que esteja 400 anos à espera que um rei reapareça.” (excerto do documentário “Autografia”, de Miguel Gonçalves Mendes)

sábado, 14 de setembro de 2013

Discurso Directo: Salman Rushdie, o destruidor de verdades oficiais



“That often happens with artists. The act of remembering, saying “this is how it was”, runs up against official truth.” (Salman Rushdie em entrevista ao Times Talks)

sábado, 7 de setembro de 2013

Discurso Directo: A genialidade em George Steiner


"Only a very great artist can say everything without saying anything."
(George Steiner no programa "O Belo e a Consolação", quando se preparava para editar "Errata")

sábado, 31 de agosto de 2013